CANUDOS: HISTÓRIA E VIDA NA REPÚBLICA DOS CORONÉIS
A história do povoado de Canudos situado no sertão baiano foi caracterizada como um movimento popular, que eclodiu no século XVIII, em um Brasil que vivia um período de transição política entre os adeptos da antiga monarquia e os em busca de uma país republicano.
ESTUDO DE CASO: PATRIMÔNIO HISTÓRICO, PÚBLICO E PATRIMÔNIO ESCOLAR
ESTUDO DE CASO REALIZADO EM UMA ESCOLA DE MAIQUINIQUE, ONDE DIVERSOS ASSUNTOS SÃO DISCUTIDOS A FIM DE PODER PROPORCIONAR AOS PROFESSORES E ALUNOS UM APRENDIZADO MÚTUO ACERCA DE UMA TEMÁTICA PROPOSTA.
A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL: A PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE LOCAL SOBRE OS ÍNDIOS
Os primeiros conhecimentos que temos sobre os índios no início da nossa escolarização são: os índios usam arco e flecha, pintam os seus corpos, alimentam se de peixes e raízes e vivem nas florestas. Mas a cultura indígena resume apenas nisso? Todos os indígenas seguem esse padrão de vida?
A GUERRA DE CANUDOS
A chamada Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no Brasil.
O DESCOBRIMENTO DO BRASIL
Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil
segunda-feira, janeiro 30, 2012
CANUDOS: HISTÓRIA E VIDA NA REPÚBLICA DOS CORONÉIS
ESTUDO DE CASO: PATRIMÔNIO HISTÓRICO, PÚBLICO E PATRIMÔNIO ESCOLAR
A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL: A PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE LOCAL SOBRE OS ÍNDIOS
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DISCRIMINAÇÃO
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AULA
TEMÁTICA SOBRE A QUESTÃO INDIGENA /DISCUSSÃO/PROPOSTA DAS OFICINAS
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ENTREVISTAS FILMADAS
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AMOSTRAS
DOS VÍDEOS PRODUZIDOS/ RODA DA CONVERSA/PROPOSTA PARA SEGUNDA
OFICINA:DRAMATIZAÇÃO
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PREPARAÇÃO
PARA A DRAMATIZAÇÃO
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OFICINA:DRMATIZAÇÃO: :
A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL: A PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE LOCAL SOBRE OS ÍNDIOS
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A GUERRA DE CANUDOS
O episódio foi fruto de uma série de fatores como a grave crise econômica e social em que encontrava a região à época, historicamente caracterizada pela presença de latifúndios improdutivos, situação essa agravada pela ocorrência de secas cíclicas, de desemprego crônico; pela crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Inicialmente, em Canudos, os sertanejos não contestavam o regime republicano recém-adotado no país; houve apenas mobilizações esporádicas contra a municipalização da cobrança de impostos. A imprensa, o clero e os latifundiários da região incomodaram-se com uma nova cidade independente e com a constante migração de pessoas e valores para aquele novo local passaram a acusá-los disso, ganhando, desse modo, o apoio da opinião pública do país para justificar a guerra movida contra o arraial de Canudos e os seus habitantes.
Aos poucos, construiu-se em torno de Antônio Conselheiro e seus adeptos uma imagem equivocada de que todos eram "perigosos monarquistas" a serviço de potências estrangeiras, querendo restaurar no país o regime imperial, devido, entre outros ao fato de o Exército Brasileiro sair derrotado em três expedições, incluindo uma comandada pelo Coronel Antônio Moreira César, também conhecido como "corta-cabeças" pela fama de ter mandado executar mais de cem pessoas na repressão à Revolução Federalista em Santa Catarina, expedição que contou com mais de mil homens. A derrota das tropas do Exército nas primeiras expedições contra o povoado apavorou o país, e deu legitimidade para a perpetração deste massacre que culminou com a morte de mais de seis mil sertanejos. Todas as casas foram queimadas e destruídas.
Canudos era uma pequena aldeia que surgiu durante o século 18 às margens do rio Vaza-Barris. Com a chegada de Antônio Conselheiro em 1893 passou a crescer vertiginosamente, em poucos anos chegando a contar por volta de 25 000 habitantes. Antônio Conselheiro rebatizou o local de Belo Monte, apesar de estar situado num vale, entre colinas.
A situação na região, à época, era muito precária devido às secas, à fome, à pobreza e à violência social. Esse quadro, somado à elevada religiosidade dos sertanejos, deflagrou uma série de distúrbios sociais, os quais, diante da incapacidade dos poderes constituídos em debelá-los, conduziram a um conflito de maiores proporções.
A figura de Antônio Conselheiro
A escravidão havia acabado poucos anos antes no país, e pelas estradas e sertões, grupos de ex-escravos vagavam, excluídos do acesso à terra e com reduzidas oportunidades de trabalho. Assim como os caboclos sertanejos, essa gente paupérrima agrupou-se em torno do discurso do peregrino "Bom Jesus" (outro apelido de Conselheiro), que sobrevivia de esmolas, e viajava pelo Sertão.
O governo da República, recém-instalado, queria dinheiro para materializar seus planos, e só se fazia presente pela cobrança de impostos. Para Conselheiro e para a maioria das pessoas que viviam nesta área, o mundo estava próximo do fim. Com estas idéias em mente, Conselheiro reunia em torno de si um grande número de seguidores que acreditavam que ele realmente poderia libertá-los da situação de extrema pobreza ou garantir-lhes a salvação eterna na outra vida.
sábado, janeiro 28, 2012
O DESCOBRIMENTO DO BRASIL
















